Same 52. A new reason to keep moving.
Season two · Starts on Nov 7, 2026
Season 1 taught me something that matters more than any finish time: I would not have stayed nearly as active without the challenge. Giving myself a commitment, and a reason to show up every week, made a real difference. When those 52 half marathons were done, I wanted to keep that going.
But continuing did not have to mean repeating. I wanted a new challenge, not a rerun of the same year.
Bringing the bike back
I love riding my bike. During Season 1, running took priority so often that I really missed cycling. Season 2 makes room for both: runs, rides, or a mix of the two, spread over as many activities and days as the week allows.
The weekly target stays at 52 credited kilometers, from Saturday to Friday. Because I generally find cycling easier per kilometer than running, I am giving bike distance a 2:1 conversion: two kilometers ridden count as one kilometer toward the challenge.
Run km + (ride km ÷ 2) ≥ 52
| My week | Actual distance | Credited toward the goal |
|---|---|---|
| Running only | 52 km running | 52 km |
| Cycling only | 104 km cycling | 52 km |
| A bit of both | 26 km running + 52 km cycling | 52 km |
| Another mix | 40 km running + 24 km cycling | 52 km |
The activity data will still show the distance I actually covered. The conversion only applies to the weekly challenge score, not to pace, speed, elevation or equipment mileage. A missed week stays missed; there is no carrying extra kilometers into another week.
Why not 53 at 53?
A few friends asked why I am keeping the 52 when I am turning 53. My answer: I have created a brand now, and I want to stick to it! Besides, a year gives me 52 full weeks to work with. That is a convenient excuse, and I am taking it. LoL.
The thinking behind 2:1
This is a practical rule for my challenge, not a claim that every 104 km ride is physiologically identical to a 52 km run. In my own training, long runs and harder rides have often averaged around 155 bpm. That is useful personal context, but I am not treating a matching heart rate as proof of identical energy expenditure.
The 2024 Adult Compendium of Physical Activities assigns different MET values to activities and intensities; these are useful comparisons, not precise calorie measurements for an individual (Herrmann et al., 2024). Its cycling table classifies riding at 14–15.9 mph, approximately 23–26 km/h, as vigorous effort, which puts my roughly 25 km/h riding pace in a different category from a casual cruise (2024 Compendium activity table).
Real-world cycling power also depends on aerodynamic drag, air velocity, gradients and rolling resistance, not simply the number of kilometers covered (Martin et al., 1998). That is another reason I want a consistent challenge rule rather than pretending every route has the same energy cost.
Scott and colleagues also showed why comparing running and cycling involves more than a single oxygen-uptake measurement: in their study, combined estimates of aerobic and anaerobic expenditure were similar for work-matched, one-minute bouts of cycling and uphill running (Scott et al., 2006). Those were brief laboratory efforts, not long outdoor sessions, and the study does not establish a 2:1 distance conversion (Scott et al., 2006).
So I am using the research as context, not as a certificate of exact equivalence. Two-to-one is my simple, consistent way to make room for the bike while keeping the weekly commitment meaningful. The goal is the same as before: keep moving, keep showing up, and enjoy the journey.
Further reading
- Herrmann, S. D., et al. (2024). “2024 Adult Compendium of Physical Activities: A third update of the energy costs of human activities.” Journal of Sport and Health Science. Barbara E. Ainsworth is a coauthor. DOI: 10.1016/j.jshs.2023.10.010.
- Scott, C. B., et al. (2006). “Differences in oxygen uptake but equivalent energy expenditure between a brief bout of cycling and running.” Nutrition & Metabolism, 3:1. DOI: 10.1186/1743-7075-3-1.
- Martin, J. C., et al. (1998). “Validation of a Mathematical Model for Road Cycling Power.” Journal of Applied Biomechanics, 14(3), 276–291. DOI: 10.1123/jab.14.3.276.
Temporada dois · Começa em 7 de novembro de 2026
A primeira temporada me ensinou algo mais importante do que qualquer tempo de chegada: eu não teria me mantido tão ativo sem o desafio. Assumir um compromisso comigo mesmo, com um motivo para aparecer toda semana, fez uma diferença enorme. Quando terminei aquelas 52 meias maratonas, quis continuar.
Mas continuar não precisava significar repetir. Eu queria um novo desafio, não uma reprise do mesmo ano.
A bicicleta está de volta
Eu adoro pedalar. Na primeira temporada, a corrida teve tanta prioridade que senti muita falta da bicicleta. A segunda abre espaço para as duas coisas: corridas, pedais ou uma combinação, em quantas atividades e dias a semana permitir.
A meta continua sendo 52 quilômetros creditados por semana, de sábado a sexta. Como geralmente acho mais fácil pedalar um quilômetro do que correr um quilômetro, vou usar uma conversão de 2:1: dois quilômetros de bicicleta valem um quilômetro para o desafio.
Km de corrida + (km de bicicleta ÷ 2) ≥ 52
| Minha semana | Distância real | Crédito para a meta |
|---|---|---|
| Só corrida | 52 km de corrida | 52 km |
| Só bicicleta | 104 km de bicicleta | 52 km |
| Um pouco de cada | 26 km de corrida + 52 km de bicicleta | 52 km |
| Outra combinação | 40 km de corrida + 24 km de bicicleta | 52 km |
Os dados de cada atividade continuam mostrando a distância que realmente percorri. A conversão só vale para a pontuação do desafio, não para ritmo, velocidade, elevação ou quilometragem dos equipamentos. Semana perdida continua perdida; não vale transferir quilômetros extras para outra semana.
Por que não 53 aos 53?
Alguns amigos perguntaram por que manter o 52 se estou fazendo 53 anos. Minha resposta: agora eu criei uma marca e quero continuar com ela! Além disso, um ano me dá 52 semanas completas para trabalhar. É uma desculpa conveniente, e vou aproveitar. Rsrs.
A lógica do 2:1
Esta é uma regra prática para o meu desafio, não uma afirmação de que todo pedal de 104 km seja fisiologicamente idêntico a uma corrida de 52 km. Nos meus treinos, corridas longas e pedais mais fortes frequentemente tiveram médias próximas de 155 bpm. Isso serve como contexto pessoal, mas não considero uma frequência cardíaca parecida como prova de gasto energético idêntico.
O Compêndio de Atividades Físicas para Adultos de 2024 atribui valores de MET diferentes a atividades e intensidades; são comparações úteis, não medições precisas das calorias de uma pessoa (Herrmann et al., 2024). A tabela de ciclismo classifica 14–15,9 mph, aproximadamente 23–26 km/h, como esforço vigoroso, colocando meu ritmo de cerca de 25 km/h em uma categoria diferente de um passeio tranquilo (tabela de atividades do Compêndio de 2024).
A potência no ciclismo ao ar livre também depende do arrasto aerodinâmico, da velocidade do ar, das inclinações e da resistência ao rolamento, não apenas dos quilômetros percorridos (Martin et al., 1998). É mais um motivo para ter uma regra consistente para o desafio, em vez de fingir que todo percurso tem o mesmo custo energético.
Scott e colegas também mostraram por que comparar corrida e ciclismo exige mais do que olhar uma medida isolada de consumo de oxigênio: no estudo, as estimativas combinadas de gasto aeróbico e anaeróbico foram semelhantes em esforços de um minuto, com trabalho equivalente, no ciclismo e na corrida em esteira inclinada (Scott et al., 2006). Foram esforços curtos de laboratório, não treinos longos ao ar livre, e o estudo não estabelece uma conversão de distância de 2:1 (Scott et al., 2006).
Portanto, uso essas pesquisas como contexto, não como um certificado de equivalência exata. O 2:1 é minha maneira simples e consistente de incluir a bicicleta sem perder o sentido do compromisso semanal. O objetivo continua o mesmo: seguir em movimento, manter a constância e curtir o caminho.
Para saber mais
- Herrmann, S. D., et al. (2024). “2024 Adult Compendium of Physical Activities: A third update of the energy costs of human activities.” Journal of Sport and Health Science. Barbara E. Ainsworth é coautora. DOI: 10.1016/j.jshs.2023.10.010.
- Scott, C. B., et al. (2006). “Differences in oxygen uptake but equivalent energy expenditure between a brief bout of cycling and running.” Nutrition & Metabolism, 3:1. DOI: 10.1186/1743-7075-3-1.
- Martin, J. C., et al. (1998). “Validation of a Mathematical Model for Road Cycling Power.” Journal of Applied Biomechanics, 14(3), 276–291. DOI: 10.1123/jab.14.3.276.
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